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terça-feira, 29 de novembro de 2016

UM DIÁLOGO ENTRE DOIS MESTRES: O DESENHO E A POL[ÍTICA


ESTA É UMA HOMENAGEM A UMA DAS MAIS IMPORTANTES FIGURAS DA VIDA CULTURAL DE ALAGOAS: O GRANDE AMIGO HÉRCULES MENDES, RECENTEMENTE FALECIDO. O DESENHO DE LEO VILANOVA SABE INTEGRAR HÉRCULES AO CONTEXTO MAIOR DE SUA VIDA: ALAGOAS.

Os trabalhos de Leo Vilanova são publicados em A Gazeta de Alagoas.

Leio Vilanova: a vida política nacional






Neste mês de novembro, os olhos do Leo demoraram-se logamente sobre a política nacional, correspondendo, praticamente, a 50% de sua produção.  Destacamos a República simbolizada por Deodoro a perguntar como seria a sua sorte e a bola de cristal a dizer uma verdade que deveria ser absolutamente incômoda. É interessante entender como, na verdade, o século XIX interroga o século XX sobre os andamentps da res publica.

Há ainda uma relação de tempo, entre o Cabral do século XVI e o ladrão de hoje, tempos em que faceira

um novo Cabral descobre a corrupção no melhor estilo mafioso de Holywwod.





No mesmo nicho de bandidagem estava outro facínora da vida carioca; o famoso Garotinho cujo apelido escondia a ferocidade cívica de que era dotado.




Ministros se  revezem na imensidão da corrupção nacional, até que o discreto Ministério da Cultura se vê atordoado pelo seu poder de falar e proteger o chamado patrimônio histórico.


E é este mesmo pessoal, mudando o que deve ser mudado, que vai salvar a nação dos vilões. Onde, talvez, o Caixa Dois seja pequeno, devendo existir o Caixa 3, o Caixa 4 e assim por diante.






 Ao lado disto, a imposição sobre um país de uma lei nefanda. E a tentativa de criminalização de uma juventude que reage.





Nada mais perfeito do que a mão de Temer, um Presidente que jamais poderia ser meu.

Este material foi publicado pela Gazeta de Alagoas.

Poder e desenho. Leo Vilanova fala sobre as Alagoas

Leo Vilanova é um dos grandes analistas da vida de Alagoas  e das vida nacional. Seu poder de síntese é notável. Veja como ele viu a vida de Alagoas neste mês de novembro de 2016. 





Nestes seus desenhos, aflora a famosa Operação Taturama levada a efeito pela Polícia Federal e que mexeu com inúmeros políticos de Alagoas Aparece, também o auxílio moradia dado na área do judiciário e, finalmente, como andam os indicadores da vida estadual.



Os desenhos de Leo aqui reproduzidos são publicados nas edições do jornal Gazeta de Alagoas.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Maceió em uma terça feira gorda



Um de nossos objetivos com este blog, é deixar material para que no futuro se tenha uma ideia de como era Maceió. Assim, vez em quando saímos pela cidade às vezes filmando, às vezes fotografando, O fato é que fica um registro, até mesmo do tempo parado em um sinal de trânsito. Esperamos que no futuro, alguém desejando ver como éramos, trabalhe este registro de 2016.

A cidade de Cacimbinhas: a imagem da cidade e o contarponto da estrada




Uma passada rápida por Cacimbinhas; a vontade de chegar em casa, fazendo o carro correr antes que a noite chegue. A nossa intenção era dar uma ideia da relação entre a estrada e o lugar, no que diz respeito à formação de imagem e paisagem. Novamente perdão pela música.

A pedra do meu Padinho Cirço. Religião na brabeza da seca.







Foram inúmeras as vezes passando por aqui, desde o tempo da estrada de barro. Eu parava, conversava com a senhora que era dona do lugar. Ela tinha uma bodeguinha. Morreu. É seu filho Cícero que toma conta agora. Cresceu e sempre é lugar de uma bela festa. Gosto de sentar ali e ficar pensando na vida. Sempre me lembro da Santa Beata Mocinha e que foi conhecida do Tio Lourencinho que largou tudo na Capela e foi morar junto a meu Padrinho.
O dono da música que me desculpe, mas se o senhor desejar, eu tiro.

O carro de boi no sertão e a palma forrageira







É emocionante uma viagem pelo sertão, quando tudo está seco, a terra pedregosa e o sertanejo vivendo o seu dia a dia preso ao rumo do calor e do sul, do céu virgem de água. Caminhando certa feita de Santana do Ipanema para Águas Belas, entrando por veredas mil que era chato seguir direto na rodagem aberta, passamos por um carro de boi carregado de palma. Ele humildemente parou, dando vez a que a pressa da camioneta tomasse rumo,  ao invés de ficar acompanhando os passos do boi que estava na canga. Eu jamais esqueci e ainda bem que filmei; já tem coisa de 4 anos.
Ao dono da música, peço paciência, mas ela é bonita e ajuda a melhor o triste do destino que a imagem inaugura. Se desejar, eu retiro a música.

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